É desesperadora a situação dos refugiados da África Subsaariana que buscam asilo na Europa. Se de um lado eles fogem da ameça constante de morte, representada por sequestradores e milicianos, do outro, encontram um continente que não está muito disposto a recebê-los. Diferenças culturais, sociais e custos econômicos são fatores preocupantes para os cidadãos da União Europeia. A Alemanha, país que já recebeu mais de 1 milhão desses emigrados, agora trabalha para integrá-los à sociedade. O desafio não será fácil.

Mas o que fazer diante desse cenário?

Quem se lança ao mar está em busca de uma salvação. Ele não ve outra saída, até porque talvez não exista nada mais que possa fazer. Assim, a chance de escapar da barbárie se encontra em botes frágeis e superlotados. Muitos não chegam ao destino final.

É aí que entra o trabalho fabuloso dos Médicos Sem Franteiras. Seus colaboradores já resgataram ao menos 24 mil pessoas nos últimos dois anos. No vídeo abaixo, o jornal britânico The Guardian registra a ação de uma equipe da ONG, revelando a triste realidade de gente que só sabe sofrer.

Para saber mais, clique aqui.

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