Honestamente, já dava como certa a saída da Grécia da Zona do Euro, grupo de países da União Europeia que usam o euro como moeda comum. Mas parece que os europeus chegarama aum acordo para evistar a Grexit, apelidado dado ao até então possível episódio. Mas as razões dessa minha análise eram simples: o país está de fato falido, apesar disso não ter sido decretado ainda. A verdade é que a Grécia não tem dinheiro nem para comprar um pãozinho na padoca, tanto que os bancos do país já estão fechados há mais de uma semana, permitindo aos gregos que retirem apenas 60 euros diários dos caixas eletrônicos como ração diária (isso para aqueles que ainda têm esse dinheiro nos bancos, que também colapsaram).

Há anos a Grécia vem tentando sair desse buraco. O problema é que a ajuda financeira oferecida ao país exigiu um plano de austeridade severo que, na prática, ao invés de ajudá-lo a sair do buraco, atolou-o ainda mais na lama. Tanto que a economia local já diminuiu cerca de um quarto desde que isso começou.

Por outro lado, os gastos públicos do governo grego continuam a ser uma espécie de calcanhar de Aquiles, só que de um guerreiro muito mais frágil do que o grego fortão. Afinal, o que dizer de uma administração que permite, por exemplo: que um jardim com quatro arbustos tenha 45 jardineiros ou que 50 motoristas estejam disponível para dirigir um carro oficial. Isso sem contar as pensões vitalícias a jovens perfeitamente aptos a trabalharem. Saiba mais clicando aqui.

Na minha opinião, podem perdoar 100% da dívida grega hoje mesmo. Mas se o país continuar com essas práticas nocivas à sua saúde financeira, voltara a “falir” muito rapidamente, sem conseguir escapar das amarras cruéis impostas aos donos do dinheiro.

Leia também meu artigo A tragédia grega: o bicho já pegou; o bicho já comeu.

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